ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA ADVOCACIA CRIMINAL – ANACRIM

GALERIA DE MEMBROS HONORÁRIOS

A Associação Nacional da Advocacia Criminal – ANACRIM, entidade civil sem fins lucrativos, voltada à valorização e defesa da advocacia criminal, aprimoramento e desenvolvimento das ciências jurídicas e defesa do estado democrático, reconhece e homenageia personalidades da advocacia criminal, ou mesmo de fora dela, mas que contribuem grandemente para a reafirmação de valores democráticos e valorização da nossa classe.
Dessa forma, mediante avaliação da nossa diretoria nacional, deferimos essa comenda e celebramos os nossos Membros Honorários, mulheres e homens valorosos que emprestam brilho e prestígio à nossa associação, além de relevantes serviços à advocacia criminal, às ciências jurídicas e ao estado democrático.
Seguem os nossos MEMBROS HONORÁRIOS:

Mestre em Direito pela Yale Law School.
Doutor em Ciências Jurídicas pela PUC-RJ
Titular da cadeira n. 16 da Academia Brasileira de Letras Jurídicas.
Professor Titular da Faculdade de Direito Cândido Mendes – RJ
Professor Associado da PUC-RJ.

JOÃO MESTIERI

ADVOGADO CRIMINALISTA E PROFESSOR​

Nascido na Tijuca, em 1937, graduou-se em Filosofia na Faculdade Nacional de Filosofia em 1956 e, em 1958, em Direito na Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas, Clóvis Murillo Sahione de Araújo, é conhecido como o “Advogado das causas impossíveis”. Esse “título” não é por acaso, pois o advogado sempre teve a convicção de que existe sim uma maneira de convencer os magistrados que nem sempre as coisas são o que parecem

CLÓVIS SAHIONE

ADVOGADO CRIMINALISTA

Menino pobre de Cajazeiras, sertão da Paraíba, Siro Darlan chegou ao Rio de Janeiro em 1951, aos 2 anos de idade, em companhia da mãe, Maria de Lourdes, que, num gesto ousado para a época, separou-se do marido e veio tentar vida nova na cidade grande. Quando os salários da mãe e da tia, ambas funcionárias dos Correios, não foram suficientes para o sustento da família, Siro e o irmão caçula foram internados numa instituição da Funabem. A sorte do menino Siro Darlan começou a mudar quando ele foi à Igreja Santa Mônica oferecer-se para ajudar na missa. Para convencer o frade de sua aptidão, declamou trechos inteiros da cerimônia em latim. Como juiz, ficou conhecido pelas atitudes pouco convencionais, embora sempre embasadas na lei. Defensor dos direitos das crianças, ele diz que o Estatuto da Criança e do Adolescente, aprovado em 1990, está entre os mais modernos do mundo, tendo servido de modelo para vários países.

SIRO DARLAN

DESEMBARGADOR DO TJ-RJ

Segunda mulher a assumir o cargo em 175 anos de fundação do Instituto dos Advogados Brasileiros.

Formada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), em 1976, Rita Cortez é pós-graduada em Direito Publico pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ela foi membro da Comissão de Advogados Empregados da OAB/RJ, de 1983 a 1986, e diretora do Sindicato dos Advogados do Rio de Janeiro, de 1986 a 1991.

A nova presidente também ocupou os cargos de vice-presidente e presidente da Associação Carioca de Advogados Trabalhistas (Acat), respectivamente, nos biênios 1996/1998 e 1998/2000, tornando-se conselheira nata da entidade e representante da Acat junto à Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat).

Rita foi, ainda, presidente da Comissão de Relações do Trabalho da OAB/RJ, de 2007 a 2009, e atualmente é presidente da Comissão de Direito Sindical da seccional. A advogada ocupou nos últimos quatro anos o cargo de 1ª vice-presidente do IAB.

RITA CORTEZ

PRESIDENTE DO IAB - INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS

O desembargador Fernando Antonio de Almeida ingressou na magistratura em 19 de abril de 1988.

Desembargador com assento efetivo na 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

 

FERNANDO ALMEIDA

DESEMBARGADOR TJ-RJ

Luciano Bandeira Arantes é carioca, tem 48 anos e é presidente da Seccional Rio de Janeiro da Ordem de Advogados do Brasil. Graduou-se em Direito pela PUC-Rio em 1994. Tem especialização em Direito Empresarial (MBA) pelo IBMEC/RJ, sendo reconhecido pela sua particular expertise no patrocínio de ações cíveis e empresariais, nas Justiças Estadual ou Federal, e na assessoria preventiva a clientes corporativos.

Foi tesoureiro da OAB/RJ entre 2013 e 2018. Paralelamente, em 2016, assumiu a presidência da Comissão de Prerrogativas. Desde então, a proteção dos direitos da advocacia ganhou dimensão inédita, com um aumento expressivo no número de delegados que assistem a classe, o estabelecimento de uma rede coordenando o trabalho em nível estadual, a publicação de manuais didáticos e a realização de cursos gratuitos sobre o tema.

Os números da Comissão de Prerrogativas também impressionam: em apenas dois anos, o Sistema Estadual de Defesa das Prerrogativas formou mais de 2.000 delegados em todo o Estado, a partir de cursos ministrados nas 63 subseções. Por meio desse trabalho, são instruídos processos, instaurados de ofício ou a requerimento de advogados, que poderão culminar com a tomada de providências – a exemplo de impugnações a atos normativos violadores de prerrogativas e representações disciplinares contra funcionários e autoridades – ou com a concessão de desagravo ao colega, sendo neste último caso o requerimento obrigatoriamente apreciado pela 2ª Câmara da Seccional.
 
A assistência judicial, em matéria cível ou criminal, a advogados que tenham suas prerrogativas violadas é outra atividade da comissão.
 
Antes de chegar à diretoria da Ordem, Bandeira presidiu a então recém-inaugurada OAB/Barra da Tijuca, tendo sido reeleito na subseção para exercer mandato de 2010 a 2012.
 
A experiência comprovada tanto na subseção quanto na Seccional, e as bem-sucedidas inciativas como gestor, o credenciaram para exercer o próximo triênio na presidência da OAB/RJ. 

 

LUCIANO BANDEIRA

PRESIDENTE DA OAB-RJ

Antônio Nabor Areias Bulhões ou Nabor Bulhões é um advogado alagoano sócio do escritório Bulhões & Advogados Associados, que passou a defender em 2015 Marcelo Odebrecht, alvo da Operação Lava Jato.

Nabor Bulhões também foi advogado do ex-presidente Fernando Collor, Paulo César Farias e advogou para a Itália no caso Cesare Battisti.

Absolveu Collor e PC Farias no STF em 1994, mas também consegui evitar a extradição de Cesare Battisti no STF.

Em 2014, foi vice presidente da Comissão Especial de Garantia do Direito de Defesa, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) nacional.

“A sentença condenatória proferida contra Marcelo Odebrecht é manifestamente iníqua e injusta porque não encontra fundamento nas provas produzidas nos autos da ação penal, como antecipadamente demonstrou a defesa em suas alegações finais, cuja fundamentação passou ao largo da decisão agora divulgada: os delatores isentaram Marcelo Odebrecht; os corréus isentaram Marcelo Odebrecht; as testemunhas isentaram Marcelo Odebrecht; e os documentos produzidos não vinculam Marcelo Odebrecht a qualquer ilícito investigado na Operação Lava Jato. Com efeito, com o devido respeito, a condenação imposta só pode ser concebida como grave erro judiciário ou como expressão de puro arbítrio do julgador. A defesa de Marcelo Odebrecht continuará lutando por sua liberdade e por sua inocência perante as instâncias superiores, estando, mais do que convicta, certa de que a justiça prevalecerá com a sua completa absolvição. Brasília, 08 de março de 2016 – Nabor Bulhões”

NABOR BULHÕES

ADVOGADO CRIMINALISTA

Robert Alexy (Oldenburg, Alemanha, 9 de setembro de 1945) é um dos mais influentes filósofos do Direito alemão contemporâneo. Graduou-se em direito e filosofia pela Universidade de Göttingen, tendo recebido o título de PhD em 1976, com a dissertação Uma Teoria da Argumentação Jurídica, e a habilitação em 1984, com a Teoria dos Direitos Fundamentais – dois clássicos da Filosofia e Teoria do Direito.

A definição de direito de Alexy parece com uma mistura do normativismo de Hans Kelsen (o qual foi uma versão influente do positivismo jurídico) e o jusnaturalismo de Gustav Radbruch, mas a teoria da argumentação o colocou bem próximo do interpretativismo jurídico.

É professor da Universidade de Kiel e em 2002 foi indicado para a Academy of Sciences and Humanities at the University of Göttingen. Em 2010 recebeu a Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha.

ROBERT ALEXY

JURISTA E PROFESSOR

Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido pela alcunha de Kakay (Patos de Minas, setembro de 1957), é um advogado criminalista brasileiro, notório pela prestação de serviços advocatícios a políticos, empresários e celebridades.

Conta ter defendido dois presidentes da República (José Sarney e Itamar Franco), um vice (Marco Maciel), cinco presidentes de partido (simultaneamente), quarenta governadores (em períodos diversos), dezenas de parlamentares (pelo menos quinze senadores) e mais de 20 ministros (13, no governo de Fernando Henrique Cardoso; três, no de Luiz Inácio Lula da Silva; dois, no de Dilma Rousseff). Também já defendeu grandes empreiteiras (Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS), bancos (Sofisa, BMG, BMC, Pine), banqueiros (Daniel Dantas, Salvatore Cacciola, Joseph Safra) e empresários de renome internacional ou provincianos, “todos num momento ou outro enrolados com a Justiça”.

Entre 2015 e 2016, então advogado de onze políticos e empresários investigados pela Lava Jato, Kakay afirmou, na tentativa de defender a reputação de seus clientes, que o país vivia “sem a menor dúvida” um momento de “criminalização da riqueza”

ANTÔNIO CARLOS DE ALMEIDA CASTRO - KAKAY

ADVOGADO CRIMINALISTA

Bacharel em Direito pela Universidade de Passo Fundo (1978) e doutorado em Direito Penal pela Universidade de Sevilha (1992). Atualmente é professor doutor da Faculdade Damas de Instrução Cristã; Professor convidado do Programa de Doutorado em Direito Penal da Universidad Pablo de Olavide, professor convidado do Programa de Pós Graduação em Ciências Criminais da PUCRS (Mestrado e Doutorado), do qual foi um de seus fundadores. Advogado proprietário do escritório Cezar Roberto Bitencourt Advogados Associado.Advoga na área criminal empresarial, atuando principalmente nos seguintes temas: direito penal, direito penal empresarial, crimes econômicos, improbidade administrativa, crimes políticos, licitatórios, tributários, financeiros, falimentares e crimes contra a administração pública. É autor de 32 livros de Direito Penal, de vários capítulos de livros e de algumas dezenas de artigos publicados no Brasil e no exterior.

CEZAR ROBERTO BITENCOURT

ADVOGADO CRIMINALISTA E JURISTA

Geraldo Prado nasceu na cidade do Rio de Janeiro – RJ no ano de 1960, Graduou-se em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no ano de 1983.

Concluiu seu Curso de Mestrado em Direito em 1998, na Universidade Gama Filho, defendendo dissertação sobre Sistema Acusatório: a conformidade constitucional das leis processuais penais, que posteriormente foi publicada pela editora Lumen Juris e atualmente está em sua 4ª edição.No ano de 2003 obteve seu diploma de Doutorado na mesma instituição, com tese sobre Elementos para uma análise crítica da Transação Penal no direito brasileiro, igualmente publicada pela editora Lumen Juris e aprovada pela Comissão Julgadora com grau máximo e recomendação para publicação. Com o título “Transação Penal” a tese foi publicada em Portugal, em 2015, pela editora Almedina.

Geraldo Prado é Professor Associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lotado na Faculdade Nacional de Direito, instituição em que exerceu a função de Coordenador de Extensão até março de 2011. No âmbito da UFRJ Geraldo Prado leciona a disciplina Direito Processual Penal na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Direito (mestrado e doutorado). Na mesma instituição criou e coordena o Grupo de Pesquisa sobre As Matrizes Autoritárias do Processo Penal Brasileiro, com participação de discentes e docentes da UFRJ e de mestrandos e doutorandos de outras instituições do Brasil e do exterior.

Tem experiência acadêmica no âmbito dos direitos humanos, processo penal e sistemas de justiça criminal. Atua como colaborador em diversas instituições de ensino, dentre elas a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), e as Escolas das Magistraturas do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Federal da 3ª Região, além da AJUFE (EMAG).

No plano internacional é membro da Associação Internacional de Direito Penal (AIDP) e do Instituto Iberoamericano de Direito Processual e é Investigador do Instituto de Direito Penal e Ciências Criminais da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Atualmente é professor visitante da Universidade Autónoma de Lisboa. Atua ainda como avaliador externo da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior de Portugal.

GERALDO PRADO

PROFESSOR E JURISTA

Juarez Cirino dos Santos nasceu na cidade de Rio Azul, interior do Paraná, em 24 de setembro de 1942. Passou a infância no distrito de Jordão, próximo a Guarapuava. Ainda jovem, mudou-se para Curitiba, onde em 1961 ingressou na Universidade Federal do Paraná. Possui experiência em Direito, com ênfase em Direito Penal, e atuou especialmente na  subárea da Criminologia. ingressou na Universidade Federal do Paraná em 1961, onde iniciou seus estudos de Direito. Logo no início da Faculdade, identificou-se ideologicamente com o Marxismo, atuando como militante do Partido Acadêmico Renovador. Tal corrente guia seu pensamento político e científico até os dias de hoje.

Graduou-se em 1965 e se mudou para o Rio de Janeiro. Na PUC-RJ realizou seu mestrado (1979), intitulado “Uma crítica ao Positivismo em Criminologia”, criticando as então praticamente incontestes ideias de Bentham. Posteriormente concluiu sua tese de doutoramento (1981) na UFRJ, intitulada “A Criminologia Radical”, ambas sob orientação do Prof. Dr. João Mestieri. Essas teses, somadas à obra “As Raízes do Crime” (1984), compõem o tripé que sustenta a criação da moderna criminologia crítica no Brasil. Em 1994, iniciou seu pós-doutoramento na cidade de Saarbrücken, Alemanha, sob a orientação de Alessandro Baratta.

Em suas obras, Juarez aproxima-se ou dialoga com teorias de autores como Marx, Engels, Foucault, Pasukanis, Baratta, Max Weber, Edwin Lemert, Howard Becker, Erwing Goffman, Rusche, Kirchheimer, Ivan Jankovic, entre outros

É o pioneiro da criminologia crítica no Brasil, um dos mais importantes criminalistas e criminólogos brasileiros de todos os tempos. É, atualmente, o Presidente do Instituto de Criminologia e Política Criminal.

JUAREZ CIRINO DOS SANTOS

PROFESSOR E JURISTA

Formou-se bacharel em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) em 1980. Cursou mestrado em direito do Estado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com conclusão em 1988, e também nessa universidade concluiu o doutorado em 1995. Logo em seguida, em 1996, tornou-se professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos-RS), da qual ajudou a fundar o programa de pós-graduação em direito, figurando até a data atual como coordenador das linhas de pesquisa do programa. Em 2001, concluiu o pós-doutorado pela Universidade de Lisboa.Ingressou na carreira do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul em 2 de setembro de 1986 e aposentou-se como Procurador de Justiça em 31 de maio de 2014.

Streck é autor ou co-autor de dezenas de livros que versam sobre hermenêutica jurídica, direito constitucional, direito processual e direito penal. Sua obra O que é isto – decido conforme minha consciência?, publicada pela Livraria do Advogado, é o primeiro volume de uma coleção lançada pelo autor (Coleção “O que é isto?”), sendo considerada um libelo contra as diversas formas de decisionismo judicial.

Foi um dos coordenadores, junto a José Joaquim Gomes Canotilho, Gilmar Ferreira Mendes, Ingo Wolfgang Sarlet e Léo Ferreira Leoncy, do livro Comentários à Constituição do Brasil, obra vencedora do Prêmio Jabuti 2014, segundo lugar na categoria direito.Na mesma edição da premiação, Streck foi também finalista com o livro Compreender Direito. Em 2016, foi novamente finalista do Prêmio Jabuti pelo livro Os Modelos de Juiz: Ensaios de Direito e Literatura, escrito em coautoria com André Karam Trindade.

LENIO STRECK

PROFESSOR E JURISTA

Desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo), desde 15 de fevereiro de 2001, decorrente da vaga destinada ao quinto constitucional para o Ministério Público Federal, no qual permaneceu de 15 de dezembro de 1989 até 14 de fevereiro de 2001, como Procurador da República e, posteriormente, Procurador Regional da República.

  • Pós-Doutorado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC;
  • Doutor em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ;
  • Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ;
  • Doutor em Ciências, em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ;
  • Doutor em Ciências Ambientais e Florestais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ;
  • Mestre em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ;
  • Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal Fluminense – UFF.

ANDRÉ FONTES

DESEMBARGADOR FEDERAL - TRF2

Desembargador com assento efetivo na 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro desde 09 de outubro de 2000.

NILDSON ARAÚJO

DESEMBARGADOR TJ-RJ

Advogada com atuação exclusiva na área criminal desde 1987.

 

Mestra em Criminologia pela Universidade Cândido Mendes (UCAM).

Pós-Graduada em Advocacia Criminal pela Pontifícia Universidade Católica do Estado do Rio de Janeiro (PUC/RJ)

Bacharela em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Bacharela em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

MÁRCIA DINIS

ADVOGADA CRIMINALISTA E VICE-PRESIDENTE DA SACERJ

Bacharel em Direito pela Faculdade Candido Mendes (UCAM), 1975;
Mestre em Direito Penal pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 1997;
Membro da Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária da OAB, RJ, 1983-1985;
Presidente do Conselho Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro, 1991-1995;
Conselheiro da OAB, RJ, 1987-1989 e 2008-2010;
Diretor Executivo da Sociedade dos Advogados Criminais do Estado do Rio de Janeiro (SACERJ);
Professor Titular da Cadeira de Direito Processual Penal da Universidade Candido Mendes, RJ;
Professor do Curso de Mestrado em Criminologia, Direito e Processo Penal da Universidade Candido Mendes, RJ;
Professor do Curso de Pós-Graduação latu sensu em Advocacia Criminal da Pontifícia Universidade Católica (PUC).

ALEXANDRE DUMANS

ADVOGADO CRIMINALISTA - PRESIDENTE DA SACERJ

Professor em várias unidades de ensino na cidade de Aracaju-SE (1977-1979) e Diretor de unidades escolares em Piranhas e Delmiro Gouveia-AL.

Exercício de Advocacia Cível e Criminal

Adjunto de Promotor de Justiça da Comarca de Delmiro Gouveia-AL (1979-1982)

Assessor Jurídico da Fundação Instituto de Desenvolvimento Urbano e Assistência Municipal – FIDAM (1980-1982)

Promotor de Justiça, tendo obtido a 1ª colocação no concurso para ingresso na carreira do Ministério Público (1982)

Promotor de Justiça das comarcas de Limoeiro de Anadia, Delmiro Gouveia (1ª entrancia), Santana do Ipanema (2ª entrancia) e Arapiraca (3ª entrancia) – 1982

Presidente do Diretório Municipal do PMDB – Piranhas/AL (1988-1990)

Vereador e Presidente da Câmara municipal de Piranhas-AL (1989-1990)

Deputado Estadual de Alagoas por dois mandatos consecutivos (1991-94 e 1995-98)

Secretário de saneamento e energia do Estado de Alagoas (1993-1994)

Líder do Governo do Estado de Alagoas na Assembleia Legislativa Estadual em três governos consecutivos (1994-1998)

Desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas, nomeado em 03.02.1998.

DESEMBARGADOR WASHINGTON LUIZ DAMASCENO FREITAS

PRESIDENTE DA CÂMARA CRIMINAL - TJAL

Natural de União dos Palmares, se graduou em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Possui curso de pós-graduação em Direito Processual Civil e também é graduado em Administração Pública. Ingressou na magistratura em dezembro de 1986, sendo designado para a 2ª Vara da comarca de Delmiro Gouveia, de onde foi removido para a comarca de Porto de Pedras.

Praxedes ainda atuou nas comarcas de Pão de Açúcar, Palmeira dos Índios e Porto Calvo. Desde 1995 atua na 3ª entrância, onde passou pela 8ª Vara Criminal de Arapiraca e depois passou a atuar na 19ª Vara Cível da Capital – Fazenda Pública Estadual. ocupou o cargo de juiz auxiliar da presidência do TJ/AL. Atualmente é Desembargador do TJ/AL e Presidente da Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça  do Estado de Alagoas.

DESEMBARGADOR OTÁVIO LEÃO PRAXEDES

Presidente da Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.

Nascido no Agreste alagoano, no ano de 1962, o Des. Tutmés ingressou no curso de Direito com 17 anos de idade. Egresso de escola pública, participou ativamente do movimento estudantil universitário, tendo sido sucessivas vezes dirigente e Presidente do Centro Acadêmico Guedes de Miranda, da UFAL.

Em 1986, foi aprovado em concurso, sendo um dos precursores da Defensoria Pública de Alagoas, até que, com o advento da CF/88, a instituição foi extinta, tendo ele e todos os demais Defensores Públicos conduzidos para a Procuradoria do Estado. Contudo, preservando suas antigas atribuições, Tutmés assumiu a Procuradoria de Defensoria Pública, ampliando o atendimento ao necessitado (de 60 petições/mês para 500 petições/mês), desenvolvendo, paralelamente, um movimento que, mais tarde, traria de volta ao Estado sua extinta Defensoria.

Assumiu a função de Secretário da Justiça e da Cidadania, desafio que assumiu de acordo com a filosofia segundo a qual “o preso é também um detentor de direitos”. À frente da Secretaria, criou a Fábrica da Esperança (conjunto de oficinas de trabalho para o preso), o Hospital Penitenciário, elevou a qualidade da alimentação, tentando, enfim, aproximar o preso da sociedade e a sociedade do preso. De volta a suas atividades de Procurador, advogado e professor, incorporou a função de Membro do Conselho de Segurança Pública do Estado, tendo, nessa condição, contornado a crise da Polícia Civil e combatido duramente o deslocamento indevido de policiais para falsas autoridades.

Atualmente, é Desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas e professor em cursos de graduação e pós-graduação em direito.

DESEMBARGADOR TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO

Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.